Perguntas frequentes
As dúvidas que aparecem em toda primeira conversa · respondidas com critério, não com promessa.
São. A resposta individual não é reportada em nenhum nível identificável, e nenhum recorte com menos de cinco respondentes aparece isolado.
A identificação que o documento mantém é a da empresa, não a da pessoa.
O valor cresce com a complexidade: várias áreas, unidades, turnos e funções, exposição previdenciária relevante.
Em operações pequenas o piso de anonimato limita o recorte por área e a estrutura para executar o plano costuma não existir. Dizemos isso na primeira conversa, não na proposta.
Clima mede percepção e devolve um retrato. Gestão de risco identifica perigos, avalia gravidade e probabilidade e obriga medida de controle.
Na prática: clima diz que a equipe está insatisfeita; gestão de risco diz qual fator, em qual área e com que gravidade.
Cada pessoa é classificada em nível de criticidade · baixo, médio, alto ou crítico · por critério. A trilha sai desse cruzamento.
Na prática: nível de criticidade estável não recebe intervenção genérica; banda crítica recebe conteúdo específico e suporte profissional.
É o conjunto de fatores da organização do trabalho que afeta a saúde mental de quem trabalha: carga, ritmo, autonomia, suporte da liderança, clareza do papel, relações e reconhecimento. Não é humor nem perfil de personalidade: é o desenho do trabalho.
A NR-1 inclui os fatores psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais e no PGR. A obrigação existe para empresas com empregados regidos pela CLT, com nível de exigência proporcional ao grau de risco e ao porte.
Não basta aplicar uma pesquisa: a norma cobra identificar, classificar, planejar, controlar e monitorar.
Ela cobre as cinco etapas que a norma exige e entrega o inventário de risco, o PGR psicossocial e o plano de ação assinados por responsável técnico.
O que a plataforma não faz por você é executar as ações: isso é da empresa, e é justamente o que a fiscalização verifica.
A NR-17 descreve as condições reais de trabalho que precisam entrar na avaliação: organização do trabalho, jornada, demandas cognitivas e emocionais. A parametrização inicial levanta esses elementos e os incorpora ao instrumento.
Não. Somos a camada psicossocial que a maioria das empresas de SST não tem em casa. O nosso inventário entra no mesmo PGR que elas já mantêm.
Uma psicóloga responsável técnica, com registro no CRP. Interpretação e assinatura não são delegadas a software.
Pela própria plataforma, com link individual, ordem randomizada e a possibilidade de salvar e retomar. Leva cerca de oito minutos.
São 117 itens avaliativos, diretos e invertidos, distribuídos nos critérios obrigatórios. O respondente vê um bloco por vez.
O link abre em qualquer celular, sem instalar nada e sem login corporativo. Em operações de chão de fábrica e logística é assim que a maior parte responde.
Depende do endosso da liderança e do histórico de confiança. A adesão em si já é um dado: um setor que não responde diz muito sobre o clima daquele lugar.
Nenhum recorte com menos de cinco respondentes aparece isolado. Abaixo disso, o segmento é consolidado com outros para preservar o anonimato.
Não. O painel entrega agregados, nunca resposta individual identificável. É uma decisão de arquitetura, não uma configuração que alguém possa mudar.
Base legal, finalidade e prazo de retenção definidos em contrato, com dado pessoal minimizado desde a coleta. A empresa é controladora, a Flora é operadora.
Em infraestrutura em nuvem com acesso controlado por perfil e registro de auditoria. Os microdados brutos não compõem o documento auditável e só são disponibilizados sob requisição formal.
Sim. A metodologia tem reconhecimento do IAUPE, o Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco, pela robustez técnica e metodológica.
Pelo percentual de respostas com score alto em cada critério, não pela média. A média suaviza o sinal e esconde as minorias que estão sofrendo de fato.
Porque o que orienta a ação é o quanto de gente está exposta, não a posição de um número numa escala. As faixas são públicas e estão no documento.
A representação visual que a NR-1 exige: cada fator posicionado por gravidade e probabilidade, o que define a prioridade e o prazo de tratamento.
O cruzamento de critério, nível de criticidade e papel monta o plano. Cada ação sai com responsável, prazo e indicador, e a prioridade vem da classificação de risco.
Sim, e é o desenho: o ciclo roda na plataforma, sem dashboard para interpretar nem dever de casa novo. O suporte técnico entra na leitura e na validação, não na operação.
A empresa. A plataforma organiza, distribui e cobra a execução, mas quem conduz é a liderança, com apoio do RH.
O conjunto de trilhas que a plataforma dispara conforme o resultado. Não é catálogo de curso: o conteúdo chega a quem o nível de criticidade indicou, com prazo e conclusão registrada.
A conclusão é verificada e volta para o plano de ação. Não é a área que declara que treinou.
Sim. Cada ciclo recalcula o nível de criticidade por critério e a comparação entre ciclos mostra o que caiu, o que subiu e onde travou.
A fiscalização pede a série, não a foto.
A régua segue o nível: crítico a cada três meses, alto a cada seis, médio e baixo no ciclo anual. Muitas empresas adotam um pulse trimestral como diretiva própria.
Servem como evidência de que a empresa identificou, classificou e tratou o risco, com origem e data. Não garantimos desfecho jurídico: o que reduz exposição é a qualidade da documentação preventiva.
Configuração da plataforma, parametrização dos indicadores e cadastro da base levam até dois dias úteis. A partir daí a pesquisa é liberada.
Quatro frentes que já estão no resultado: reposição de quem sai, afastamento por transtorno mental (CID-F), alíquota previdenciária e produtividade perdida.
O Radar Estratégico monta essa conta com base pública do seu setor, antes de qualquer proposta.
Você conhece o escopo antes de falar com a gente. O valor é calculado por número de vidas e pelo escopo contratado. Existem dois modelos: um retrato inicial, que resolve a adequação com um ciclo completo, e o acompanhamento recorrente, que mantém a plataforma viva entre os ciclos.
Não há promessa automática. O FAP olha o histórico de afastamentos, e o afastamento por CID-F entra nesse cálculo por um caminho previsto em norma.
Reduzir o adoecimento é a parte que a empresa controla, e é ela que aparece no histórico dos próximos anos.
O diagnóstico e os documentos saem no primeiro ciclo, entre 30 e 45 dias.
Mudança de indicador aparece a partir do segundo ciclo, quando o plano já rodou e o nível de criticidade é recalculado.
A primeira conversa costuma ser curta, e sai com número, não com proposta.